sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"BHAGAVAD-GITÁ: 2.71"

vihaya kaman yah sarvan
pumams carati nihsprhah
nirmamo nirahankarah
sa santim adhigacchati


Aquele que abandonou todos os desejos para o prazer dos sentidos, que vive livre de desejos, que abandonou todo o sentimento de propriedade e não tem falso ego – só ele pode conseguir a verdadeira paz.

Tornar-se sem desejos significa não desejar nada para o gozo dos sentidos. Em outras palavras, o desejo de tornar-se consciente de Krishna é de fato ausência de desejos. Está em perfeita consciência de krishna quem compreende sua verdadeira posição como servo eterno de Krishna, sem alegar falsamente que é este corpo material e sem reivindicar indevidamente propriedade sobre algo no mundo. Quem está situado nesta fase perfeita sabe que, como Krishna é o proprietário de tudo, tudo deve ser usado para a satisfação de Krishna. O fato de Arjuna não querer lutar era porque, evitando a luta, ele satisfaria os próprios sentidos, mas quando se tornou plenamente consciente de Krishna, ele lutou porque Krishna queria que ele lutasse. Arjuna não tinha desejo de lutar, mas em prol de Krishna ele lutou o melhor que pôde. Verdadeiramente ausência de desejos é desejar satisfazer Krishna, e não uma tentativa artificial de abolir dos desejos. A entidade viva não pode existir sem desejos ou sem sentidos, mas deve mudar a qualidade dos desejos. Quem não tem desejos materiais sabe com certeza que tudo pertence à Krishna ( isavasyam idam sarvam ), e portanto não alega falsa propriedade sobre coisa alguma. Este conhecimento transcendental baseia-se em auto-realização – ou seja, sabe-se perfeitamente bem que, em sua identidade espiritual, cada ser vivo é parte integrante eterna de Krishna, e que, portanto, em sua posição eterna, nunca está no nível de Krishna nem é maior do que Ele. Esta compreensão da consciência de Krishna é o princípio básico da verdadeira paz.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"BHAGAVAD-GITÁ: 2.47"


Você tem o direito de executar seu dever prescrito, mas não tem direito aos frutos da ação. Jamais se considere a causa dos resultados de suas atividades, e jamais se apegue ao não cumprimento do seu dever.

domingo, 1 de novembro de 2009

"UM SÓ DEUS, UM SÓ POVO"

"Vocês acreditam no mesmo Deus que está na Bíblia? Sim. Nossa filosofia básica é que existe um somente um Senhor Supremo e que todos os seres vivos são Seus servos amorosos. Ele transmite Suas instruções à raça humana pessoalmente através de Seus vários filhos, servos e profetas idôneos, e essas instruções, ou escrituras, são as bases de todas as religiões genuínas. Krishna, que significa em sânscrito "o Todo-Atrativo" é o mesmo Deus adorado na Bíblia e em outras escrituras. Deus tem ilimitados nomes e Krishna é um deles.

Muitas religiões hoje aguardam a vinda de um Avatar ou Salvador. A segunda vinda do Cristo, como Instrutor mundial para a Era de Aquário, é apresentada neste livro como um acontecimento iminente, lógico e prático, na continuidade da revelação divina através das idades. O Cristo pertence a toda a humanidade; ele pode ser conhecido e compreendido como "a mesma grande Entidade em todas as religiões mundiais".

"AS TRANSFORMAÇÕES COMEÇAM CONOSCO"

Há um antigo ditado japonês:"Se houver relacionamento, faço; se não houver relacionamento, saio".
Um Mestre Zen, no final do século passado, fez a seguinte alteração:"Havendo relacionamento, faço; não havendo, crio relacionamento".
Essa mudança de paradigma é extremamente importante. Devemos também lembrar que criar um relacionamento não significa, necessariamente, obter resultados imediatos, embora muitas vezes estes ocorram.
Novos relacionamentos em padrões antigos perdem seu significado. Precisamos criar relacionamentos a partir de novas maneiras de nos relacionar, de ver o mundo, de ser, de interser. Essa nova maneira pode, inclusive, recarregar de energia positiva antigos relacionamentos.
Para descobrirmos novas maneiras precisamos, primeiramente desenvolver a capacidade de perceber como estão nossos relacionamentos atuais.
Observe e considere meticulosamente a si mesmo. Perceba como está se relacionando em casa, na rua, no trabalho, no lazer. Perceba como respira, como anda, como toca nos objetos, como usa sua voz, como são seus gestos e como são seus pensamentos e os não pensamentos. Esse observar não deve ser limitante, constrangedor, confinador. Apenas observe. Como você se relaciona com o meio ambiente, biodiversidade, reciclagem, justiça social, melhor qualidade de vida, guerras, violência, terror, paz, harmonia, respeito, garantia dos Direitos Humanos? Como você e o seu logos se relacionam entre si e em relação aos projetos de sucesso, de lucro, de desenvolvimento e progresso de sua organização?
Como está se relacionando com o mais íntimo de si mesmo, com a essência da Vida, com o Sagrado?
Será que é capaz de ver, ouvir, sentir e perceber a rede de inter relacionamentos de que é feita a vida? Percebe e leva em consideração, na tomada de decisões, a interdependência?
Tanto individualmente, como no coletivo, nossa participação e compreensão como estão? Será que estamos conscientemente vivendo nossas vidas e direcionando nossos pensamentos, ações e palavras para o sentido de mudança que queremos e sonhamos?
Mahatma Gandhi disse: "Temos de ser a transformação que queremos no mundo".
Geralmente pensamos no mundo como alguma coisa distante e separada de nós, mas nós somos a vida do universo em constante movimento. Podemos até dizer que o mundo somos nós. Nossa vida forma o mundo, é o mundo, não apenas está no mundo. Inclui todas as formas de vida e seus derivados e nos inclui neste instante, instante após instante. Há um monge chinês do século VII, Gensha Shibi , que dizia : "O Universo é uma jóia arredondada. Somos a vida desse universo em constante transformação. Nada vem de fora, nada sai para fora".
De momento a momento tudo está mudando, nós fazemos parte dessa mudança e podemos escolher, discernir qual o caminho que queremos dar a esse constante transformar. É por isso que digo que a transformação começa em nós. Na verdade vai além de apenas começar. É em nós. Nossa capacidade humana de inteligência e compreensão nos permite fazer escolhas. E o que estamos escolhendo?
Outra frase de Mahatma Gandhi:
"Quando uma pessoa dá um passo em direção à Paz, toda a humanidade avança um passo em direção à Paz"
A minha decisão, a sua decisão pode transformar ou influenciar a direção da mudança.
Há um sutra budista que descreve o mundo como uma rede de inter relacionamentos. Como se fosse uma imensa teia de raios luminosos e em cada intersecção uma jóia capaz de receber essa luz e emitir raios em todas as direções. Qualquer pequena mudança afeta o todo. Cada ser que se transforme em um ser de paz, de harmonia, de ternura, carinho e respeito pela vida em todas as suas formas estará sendo uma mudança viva e influenciando tudo e todos.
Qual o primeiro passo? Conhecer a si mesmo. Conhecer nossos mecanismos.
O que nos afeta, nos incomoda? O que nos alegra? O que nos irrita? Como transformar a raiva em compaixão? Como transformar o desafio em competição leal, justa, empreendedora, enriquecedora? Sem nos preocuparmos com os créditos, se formos capazes de fazer o bem, não fazer o mal, fazer o bem aos outros estaremos transformando nossos lares, nossas amizades, nosso ambiente de trabalho, nossas organizações, nossas cidades, estados, países, nações, mundo... e a nós mesmos...no florescimento da Cultura da Paz.
"Estudar o Caminho de Buda é estudar a si mesmo. Estudar a si mesmo é esquecer-se de si mesmo. Esquecer-se de si mesmo é ser iluminado por tudo que existe. Transcender corpo e mente seu e dos outros. Nenhum traço de iluminação permanece e a Iluminação é colocada à disposição de todos os seres." (Mestre Zen Eihei Dogen - 1200-1253)
É importantíssimo que iniciemos este "estudar a si mesmo", já. Cada um de nós que perceber seu próprio mecanismo ficará em controle desse mecanismo e não mais à mercê de seus sentimentos e emoções, desejos e frustrações, puxado, empurrado, espremido e puxando, empurrando, espremendo - envenenados pela ganância, raiva e ignorância.
Imagine um mundo aonde podemos brilhar uns para os outros, sem ódios, mas com carinhoso respeito e terna compreensão. Percebendo nossas diferenças, aceitando a diversidade da vida e juntando nossas capacidades tanto intelectuais como físicas na construção desse verdadeiro Céu, Paraíso, Terra Pura, Shambala de que falam as religiões, todas elas.
Cabe a nós, a cada um de nós criar esse relacionamento de carinho com a vida, de ternura com todos os seres, de compreensão, de sabedoria e compaixão para percebermos o Caminho Iluminado e o Nirvana permeando toda a existência.
Isso é dar vida à nossa própria vida
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MONJA COEN.

"NAS PROFUNDEZAS DA MONTANHA"

Às vezes erguemos a cabeça para a imensidão e beleza ao nosso redor, às vezes olhamos para baixo, para nossa infelicidade. Tudo bem, perfeito, não precisamos olhar apenas por um dos lados, o do seshim simplesmente maravilhoso, pois o seshim é tudo que surge, bons e maus momentos, realidade, ilusões. É Buenos Aires, 9 de março, 1996, terceiro dia de um seshim, período intensivo de meditação.
Antes de ser monja eu gostava muito de escalar montanhas, e quando comecei a fazer seshins pensei que as duas atividades eram semelhantes. Quando vamos escalar uma montanha levantamos cedo, enchemos a mochila e começamos a caminhar com os amigos. No caminho a mochila vai ficando mais pesada, o trajeto mais difícil, e nos perguntamos se chegaremos ao fim. Por que decidimos colocar tanta coisa na mochila e fazer esse tipo de passeio? Devo estar louca! Mas não temos mais opção, no alto da montanha a única opção é continuar.
Chegamos a um pequeno refúgio, deitamos as mochilas no chão e bebemos água fresca de um riacho é que vida maravilhosa!
Quando comecei a fazer seshim pareceu escalada de montanha, mas dez vezes mais duro. De manhã levantamos felizes e quando sentamos o zazen é maravilhoso, mas continua e continua o dia, o tempo passa, começamos a nos aborrecer com as horas intermináveis, até perguntar, "Por que estou aqui?" Zazen é mais penoso do que escalar montanhas. às vezes achamos que não vamos poder continuar. Mas precisamos continuar. à noite pensamos, "Este é o melhor momento da minha vida".
Isto é seshim. No seu transcorrer, vamos percebendo mais pontos em comum com escalar montanhas. Ao escalar usamos uma corda para atingir a próxima meta, e como estamos com uma pessoa experimentada a nos guiar, confiamos nela, sabendo que outras pessoas já passaram por isso e nós também vamos conseguir. No seshim é a mesma coisa, temos de confiar nas pessoas responsáveis pela organização. É a mesma coisa porque precisamos de nos ajudar mutuamente. Se estamos num momento difícil, quem já passou por isso pode nos ajudar. Da próxima vez, nós ajudaremos outras pessoas.
Num seshim, todos os que compõem a sanga tornam-se um só corpo. Aquilo que nos afeta, afeta a toda a sanga. O que temos na mente, o que fazemos, nossos movimentos, nossa maneira de agir, afetam toda a sanga. Mas não precisamos fazer desta constatação uma sobrecarga, temos apenas de nos sentir responsáveis para com os outros. Podemos pensar que estamos juntos como os dedos de uma mão, bela e agradavelmente. Devemos pensar que nossas ações vão ajudar a todos, não somente no seshim, mas também na vida cotidiana. Mas no seshim podemos compreender isso mais facilmente porque somos um grupo pequeno e com laços muito fortes. Quando uma pessoa se empenha no seshim, todos são auxiliados por seu esforço. Este é o espírito bonito e importante do seshim, uma montanha que estamos escalando, temos de continuar subindo pois é uma questão de vida ou morte, não apenas de vir, tranqüilizar a mente, relaxar, praticar zazen. Precisamos entender o grande mistério da vida e da morte, e no seshim entramos em nós mesmos e neste problema.
Esta não é uma questão só minha, mas de cada um de nós. Além das aparências e das ilusões, precisamos compreender o que é a vida e a morte, e para isso precisamos estar juntos, pois não se trata de uma questão que alguém possa responder sozinho. No budismo isso leva o nome de interação, e significa que o que eu fizer terá conseqüências sobre todo o mundo. Sou responsável por minha vida, mas também pelos outros, não por sentimento de culpa, mas de responsabilidade. O pequeno grupo da sanga é como um grupo experimental, onde tal prática fica mais fácil. Mas é claro que devemos levar o ensinamento para a vida cotidiana.
Sabemos, por experiência própria, que o nosso estado mental influencia todo o ambiente. Se vocês moram com a família, com outras pessoas, sabem que se acordarem um dia de mau humor isso se espalhará por todos ao seu redor. Não somos apenas uma pessoa, mas um pequeno reflexo de cada um. Estamos ligados pela mesma corda, como se escalássemos uma montanha. Essa é a experiência mais forte do seshim, o mais duro caminho, de onde nascerá o sentimento de compaixão. Se consigo entender que cada pessoa está ligada a mim através dessa corda, numa situação de vida e morte, entendo como somos a mesma pessoa. O ponto de partida para a compaixão é poder reconhecer o sofrimento do outro em mim, e o meu sofrimento no outro. Sem isso não existe compaixão, pois compaixão é tornar-se um com a outra pessoa. Esse é o ensinamento de Buda.
Quando observamos outra pessoa, quando sentimos o sofrimento dela no zendo, quando vemos sua alegria, quando percebemos que até certo ponto temos as mesmas atitudes, emoções, dificuldades, alegrias e facilidades, então podemos partilhar a compaixão. Não existe alguém dando compaixão a outro, o que existe é compaixão fluindo. Por isso introduzimos hoje a recitação do Sutra de Kanzeon no início e no fim do samu (período de trabalho coletivo). Kanzeon é o nome japonês de Avalokitesvara, o bodisatva que representa a compaixão, cujo nome significa Aquele que ouve os lamentos do mundo.
É difícil ouvir os lamentos alheios, porque estamos sempre gritando mais alto e só conseguimos ouvir os nossos próprios lamentos. Por isso nos voltamos para Kanzeon, o que significa que tentamos abrir nosso coração para a compaixão. A representação de Kanzeon ajuda-nos a compreender a compaixão, que não está longe de nós mas aqui mesmo, ao nosso alcance. Quando recitamos que da manhã à noite somos um com Kanzeon, estamos dizendo que tentamos abrir o coração o dia inteiro: da manhã à noite tentaremos abrir o coração para outras pessoas. Quando dizemos, "eu me sinto um com Kanzeon", estamos dizendo "eu me sinto um com cada pessoa". Se não for pela compaixão, não vale a pena ficar sentado no zafu.
Talvez tenha sido com essa intuição que deixei de escalar montanhas para me tornar monja, porque senti que a compaixão é ampla, muito mais ampla do que o Himalaia. Mas também sua prática é mais difícil. Precisamos entender que temos de nos esforçar. Os seres humanos nunca conseguem nada facilmente, não sei por que é assim, é um mecanismo do mundo. Se olharmos para nossa vida, perceberemos que tudo nos chega em meio a dificuldades, e que, freqüentemente, em meio ao sofrimento, uma coisa maior nos chega.
Quanto mais você se dá no seshim, mais recebe. Mas é difícil ir além de um certo ponto. Um texto chinês antigo fala disso. O Tratado do Tesouro Precioso, nome da história escrita há uns doze séculos, diz que "existem dez mil caminhos que conduzem à iluminação, e cada um deles é apenas um pequeno instante. Um pássaro paira no céu entre duas nuvens. Um peixe descansa nas águas do mar. O primeiro nunca conhecerá a imensidão do oceano. O segundo jamais verá a vastidão do céu. Os praticantes se afastam do grande caminho e entram em veredas insignificantes. Obtida certa quantidade de mérito com algum esforço, desistem antes de chegar ao destino, sem jamais alcançar a dádiva da felicidade essencial".
E este é o problema desses doze séculos, como persistir em nossos esforços e conhecer a imensidão do céu e a vastidão do mar. O texto diz que quando obtemos uma certa quantidade de méritos, paramos e entramos em veredas pequenas, insignificantes, ou seja, perseguindo ilusões. Começamos a dizer, Eu sei. Aprendemos algo e, sem parâmetro de comparação, cremos descobrir grande coisa. Para nós é como a descoberta de um tesouro, interrompemos a busca pensando no que obtivemos, desconhecendo a insignificância desse tesouro comparado à vastidão do céu onde podemos voar.
Este é o significado do seshim, não pare, não pare quando alcançar alguma coisa, lembre-se que está no meio da vida e da morte, escalando, nalgum lugar, uma vasta montanha. Não é porque encontrou um lugar estável que pode parar. Precisamos continuar escalando. O grande problema é pensar que esta pequena descoberta é "minha", isto é "meu". Esse pensamento nos separa dos outros. Seja o que for que pensemos ter conseguido num seshim, quando pensamos no que é "meu" não conseguimos nada. Não há imensidão, vastidão, nem sequer compaixão nesse pensamento.
Passamos a vida toda procurando coisinhas para dizer "isto é meu". Mas o objetivo do seshim não é esse, no seshin precisamos ir mais profundamente e compreender toda a conexão que temos uns com os outros. Essa é uma das razões de cantarmos pela manhã a nossa linhagem, numa importante recitação com a qual vamos além dos laços entre nós, sanga, neste momento, até o passado, receber os ensinamentos transmitidos de mestre a mestre. Cada um deles deu a vida para preservar e transmitir os mesmos ensinamentos, eis o laço que temos com eles, nossa vida não é somente agora, está conectada com todo o passado e todo o futuro, por isso recitamos os budas todos, do passado e do futuro. Isso é tornar-se um, uma imensidão, também, e representa pequenas quebras nos estreitos limites da nossa vida.
Somos, igualmente, um só corpo com a sanga. Recitar a linhagem sem nos determos significa que não há uma pessoa depois da outra, que somos todos um. A recitação segue como um rio e a ligação entre os mestres é ininterrupta. Esse ensinamento é grande, é uma imensidão, é o nome de todos os mestres e todos os budas.
Quando nos voltamos para Kanzeon estamos novamente nos tornando um. Na China, sua representação de bodisatva é feminina. Mas, no Japão, Kanzeon não é homem nem mulher. Está além das diferenças. Mas, no meio da escalada, ainda temos uma parte da montanha para subir. Como unir esforços para continuar a jornada? Como retornar à alegria, na aventura de estarmos juntos? Seshim é uma aventura. Embora nele surjam situações que parecem contraditórias é alegria, dificuldade, disciplina, liberdade é, todas as supostas oposições devem ser reunidas.
Às vezes erguemos a cabeça para a imensidão e beleza ao nosso redor, às vezes olhamos para baixo, para nossa infelicidade. Tudo bem, perfeito, não precisamos olhar apenas por um dos lados, o do seshim simplesmente maravilhoso, pois o seshim é tudo que surge, bons e maus momentos, realidade, ilusões.
Temos de compartilhar isso com todos.

ZUYMYO JOSHIN SENSEI.